Aeroportuários de João Pessoa aderem a greve nacional, diz sindicato

Atividades como fiscais de pátio e manutenção não estão sendo realizadas.
Infraero diz ter plano de contingência para evitar transtornos à população.

Aeroportuários do Castro Pinto aderiram à greve nacional da categoria (Foto:Adler Correa)
O representante do Sindicato dos Aeroportuários no Aeroporto Internacional de João PessoaPresidente Castro Pinto, Cosme Paulino, confirmou na manhã desta quarta-feira (31) que a categoria aderiu à greve nacional dos 63 terminais sogrvb a responsabilidade da  Empresa Brasileira de Administração Aeroportuária (Infraero). Entre as reivindicações dos aeroportuários, estão um aumento salarial de 16% e um Plano de Carreira e Salário (PCS).

Atividades como fiscais de pátio, encarregados de manutenção e supervisão não estão sendo realizadas. Apenas as consideradas essenciais, como meteorologia e torre de controle não tiveram adesão da greve. 
No Aeroporto Presidente Castro Pinto, são 116 aeroportuários. O superintendente da Infraero em João Pessoa, Alexandre Oliveira,   afirmou que a greve ainda não se refletiu nas operações realizadas, como embarques e desembarques de passageiros.
À 0h desta quarta-feira, os aeroportuários deram início à greve na capital paraibana com um protesto. Com gritos de ordem, segundo Cosme Paulino, a categoria mostrou aos passageiros as razões do movimento grevista. Às 14h de hoje, está prevista uma assembleia para decidir os rumos da greve.

“A nossa mobilização vai se intensificar ao meio-dia. Vamos mostrar à sociedade a real situação dos trabalhadores aeroportuários. Para se ter uma ideia, um trabalhador, que tem uma grande responsabilidade, ganha em torno de R$ 1,4 mil mais vale alimentação que gira em torno de R$ 800 no início da carreira. No entanto, queremos tranquilizar a população que serviços essenciais serão mantidos. Vamos buscar nossos direitos de maneira responsável, sem colocar em risco a vida dos passageiros”, pontuou Cosme Paulino.

O superintendente da Infraero em João Pessoa afirmou que há um plano de contingência caso a greve “ganhe força”. “Atualmente, alguns dos nossos serviços são terceirizados. Por isso, acreditamos que a população não vai sentir tanto os reflexos dessa greve. Além do mais, já dispomos de um plano de contingência para pormos em prática, caso se faça necessário”
Segundo ele, até na manhã desta quarta-feira a greve ainda não tinha causado nenhum transtornos aos passageiros e que todos os voos previstos ocorreram normalmente.

Ainda de acordo com Alexandre Oliveira, o Aeroporto Internacional de João Pessoa realiza uma média de 30 voos diários, entre embarques e desembarques. “Em um voo que chegou por volta da meia-noite, a sinalização foi feita por chefes dos aeroportuários que já tinham aderido ao movimento. Não houve transtornos. Um exemplo de que os planos que pretendemos implementar, à medida em que a greve ganhar adesão, vai funcionar a contento”, acrescentou.

Funcionamento normal em Campina Grande
 
Em Campina Grande, os aeroportuários não aderiram à paralisação nacional e houve funcionamento normal do Aeroporto João Suassuna nesta quarta-feira , conforme o superintendente Nilson José da Silva. Ao longo do dia, estão programados três voos no local e não há indicativo de interrupção dos trabalhos.
Fonte: Portal G1 – Paraíba
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